Filosofia da Liberdade Online

  • 12 Horas de duração
  • 53 Aulas
  • 16 Módulos
  • 1 ano de suporte
Parcele em 12x R$ 100,13 (ou R$ 997,00 à vista)
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Professor da Universidade Federal do Triangulo Mineiro, na área de Psicologia e Filosofia da Educação. Pós-Doutor pela Unicamp com o projeto Educação em Steiner
Jonas Bach

Para Steiner, a Filosofia da Liberdade é a mais importante entre todas as suas obras. Este livro precisa ser mais do que lido, precisa ser vivenciado como um caminho em direção a liberdade. Buscar, se conectar e usufruir do seu próprio poder espiritual na vida prática diária é uma conquista, fruto de um processo de autoeducação. 

Filosofia da Liberdade online  é um convite para você ter acesso a conhecimentos aprofundados de cada capítulo da obra, com sabedorias que ampliam sua capacidade de se autodesenvolver. O professor Jonas Bach realizou uma rica pesquisa, "traduzindo" os capítulos do livro, oferecendo aos buscadores,  53 vídeos gravados, de cerca de 15 minutos cada, para você assistir no seu tempo, com espaço de fórum para tirar dúvidas. Uma oportunidade para ler o livro,  ter clareza dos conteúdos e inaugurar novas formas de se perceber e agir no dia a dia.  

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Pessoas que buscam o autodesenvolvimento a partir da obra de Rudolf Steiner.  

Jonas Bach
"Professor da Universidade Federal do Triangulo Mineiro, na área de Psicologia e Filosofia da Educação. Pós-Doutor pela Unicamp com o projeto Educação em Steiner"


Professor da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), atuante na área de Psicologia e Filosofia da Educação. Professor Permanente do Programa de Pós-Graduação em Educação da UFTM. Pós-Doutor pela Unicamp com o projeto Educação em Steiner e a Fenomenologia de Goethe, com bolsa PNDP/Capes. Foi Professor Participante do Programa de Pós-Graduação em Educação da Unicamp, onde lecionou Antropologia Filosófica e Educação, Tópicos Especiais em Filosofia da Educação. Doutor em Educação na UFPR, com bolsa sanduíche do programa Capes/DAAD com estágio na Alanus Hochschule (Alemanha). O campo de pesquisa principal aborda a educação em suas dimensões epistemológicas e psicológicas, com base na inter/transdisciplinaridade da fenomenologia de Goethe e de Rudolf Steiner. No mestrado em educação (UFPR), dissertou sobre a fundamentação holística da educação ecológica na Pedagogia Waldorf. É licenciado em Filosofia e Pedagogia; é bacharel em Comunicação Social (jornalismo).


Thiago Baise
"Há 11 anos pratica a autoeducação por meio da Antroposofia. Mediador de conversas e buscador de conhecimentos e práticas de autodesenvolvimento. "


Facilitador de grupos formado pelo Programa Germinar, sendo por 7 anos multiplicador do programa em diversas turmas na região Sul do Brasil. Cofundador e membro do Conselho da Associação Grão Saber. Tem na Antroposofia um caminho para o autodesenvolvimento com participação em formações em diversos cursos livres. Comunicador, formado em jornalismo, com pós-graduação em Comunicação Empresarial pela PUC-PR e  especialização em A Moderna Educação: metodologias, tendências e foco no aluno, pela PUCRG.


Conteúdo Programático

Um introdução a partir das duas perguntas que norteiam a Filosofia da Liberdade, como apresentação do caminho da busca do enigma da vida, do labirinto que cada ser humano é e precisa ser revelado.
  • 1. Prefácio
  • 2. Prefácio
Como surge uma decisão em você? Uma pesquisa sobre o que nos leva a agir, a partir do estudo de outros filósofos e as conclusões de Steiner sobre o pensar como atividade criadora de consciência.
  • 1. A Ação Consciente
  • 2. A Ação Consciente
  • 3. A Ação Consciente
O busca pela consciência por nos integrarmos ao mundo a partir de três caminhos: arte, ciência e religião. Em uma linguagem própria, Steiner identifica estes caminhos através da responsabilidade do eu em se autoeducar. É a investigação do próprio eu que indica as soluções dos enigmas dentro da biografia de cada pessoa.
  • 1. O impulso fundamental para a ciência
  • 2. O impulso fundamental para a ciência
  • 3. O impulso fundamental para a ciência
A observação e o pensar como polaridades sustentadoras da consciência, a partir do desenvolvimento de um estado de observação de si próprio, onde Steiner dá o nome de estado de exceção. Uma qualidade de presença que supera as atividades normalmente inconsciente. O desenvolvimento de um estado de exceção que revela o mundo e a força criadora em cada um de nós.
  • 1. O pensar a serviço da compreensão do mundo
  • 2. O pensar a serviço da compreensão do mundo
  • 3. O pensar a serviço da compreensão do mundo
As nossas crenças ingênuas podem nos distanciar da realidade da vida, a autoeducação é a prática que pode nos fazer ir em busca da verdade. Praticar a observação, o enriquecimento de conceitos e ideias sobre si e os objetos requer disciplina e coragem para superar a autoilusão e se conectar com a realidade.
  • 1. O mundo como percepção
  • 2. O mundo como percepção
  • 3. O mundo como percepção
Entender a diferença entre o pensar vivo e a reprodução de representações mentais é peça chave para a prática da autoeducação. Além do conceito de liberdade, existe a busca pela realidade, caminho que podemos inaugurar em nossas vidas se atualizamos diariamente a nossa autopercepção, que é uma imagem que o eu forma de si mesmo. Praticar a autoeducação é superar o confinamento existencial do EU, fazendo viver o pensar como construção viva da integração com o mundo.
  • 1. Cognição e realidade
  • 2. Cognição e realidade
  • 3. Cognição e realidade
  • 4. Cognição e realidade
A Filosofia da Liberdade é um processo de renovação de si mesmo. Somos o que pensamos e sentimos e temos a oportunidade todos os dias de enriquecer nossa individualidade, evitando o vazio de uma vida passiva. Pensar e sentir são dois portais: o pensar é conexão do eu com o mundo, o sentir é conexão do eu consigo próprio. Pensar e sentir como dinâmica da descoberta do EU sou.
  • 1. A individualidade humana
  • 2. A individualidade humana
  • 3. A individualidade humana
  • 4. A individualidade humana
O pensar é uma janela que pode nos fazer unir ao mundo. A abertura para novos conhecimentos, a pergunta como ferramenta de pesquisa e enriquecimento de conceitos, cria novas oportunidades para desenvolvermos qualidades de percepções e conceitualizações. A prática da Filosofia da Liberdade como impulso que desperta forças espirituais em cada pessoa, nos faz transcender na prática cotidiana.
  • 1. Existem limites para a cognição
  • 2. Existem limites para a cognição
  • 3. Existem limites para a cognição
  • 4. Existem limites para a cognição
O querer é um impulso de transformação do mundo. A individualidade humana vive da relação do eu com o pensar, o sentir e o querer. Através do pensar, o eu tem acesso à universalidade dos fenômenos. Através do sentir, o eu tem acesso à sua própria singularidade. O querer revela a intenção do eu para o mundo. O querer também nos aponta um caminho de autoeducação.
  • 1. Os fatores da vida
  • 2. Os fatores da vida
  • 3. Os fatores da vida
A vida é composta por ações livres e não livres, a ideia da liberdade passa pelos motivos e forças que nos fazem agir no mundo. Entender os níveis de consciência de cada ação é caminho para viver em liberdade. A autoeducação é uma prática que desenvolver a individualidade ética do ser humano, nos fazendo conquistar o amor pela ação que realizamos na vida. Acolher a nossa incompletude e a necessidade de autoformação é a chave para vivenciar a ideia da liberdade.
  • 1. A ideia da liberdade
  • 2. A ideia da liberdade
  • 3. A ideia da liberdade
  • 4. A ideia da liberdade
  • 5. A ideia da liberdade
  • 6. A ideia da liberdade
A liberdade é a forma do ser humano ser ético. A evolução espiritual é transição de um estado não-livre para um estado livre, onde a evolução espiritual nos faz superar os impulsos egoístas. A realidade da Filosofia da Liberdade é que cada pessoa está em processo de evolução para o espírito livre e essa evolução passa pelo discernimento da qualidade do próprio querer na conquista da autenticidade do eu.
  • 1. Filosofia da liberdade e monismo
  • 2. Filosofia da liberdade e monismo
  • 3. Filosofia da liberdade e monismo
Escolher o que quer fazer, pensar no futuro para fazer ações no presente, a ter uma finalidade na vida é uma prática só possível para o âmbito das ações humanas. Recordar ou projetar são fenômenos presentes nos pensamentos, como utilizá-los como caminho para ver a realidade e de amadurecimento das escolhas para desenvolver a sabedoria e o amor para definir metas a si mesmo.
  • 1. Finalidade do mundo e da vida
  • 2. Finalidade do mundo e da vida
  • 3. Finalidade do mundo e da vida
O poder de criação em nossas vidas está relacionado a forma que vivemos nossa biografia. O convite da Filosofia da Liberdade é sermos um laboratório da experiência cotidiana, aprendendo e transformando nossas potencialidades. Um caminho de abertura para a corrente do ineditismo que vem do futuro. O exercício de perceber a realidade para solucionar os enigmas da vida. O poder do eu transformador da realidade vivida.
  • 1. A fantasia moral
  • 2. A fantasia moral
  • 3. A fantasia moral
Pessimismo e otimismo, prazer e desprazer, a busca por satisfação, a aspiração humana. O valor da vida envolve, mas supera questões da busca por felicidade, está ligado a intensidade do querer e do esforço para viver a vida. O destino traz junto circunstâncias favoráveis ou desfavoráveis, o valor da vida está conectado a realização do querer como fonte para suprema felicidade.
  • 1. O valor da vida
  • 2. O valor da vida
  • 3. O valor da vida
O ser humano é destinado a evoluir e se unir ao universo. Ninguém está pronto, tornar-se uma individualidade é tarefa permanente, aberta ao futuro. Transformar o que ganhamos da hereditariedade para formar/criar o conceito de si mesmo, de sua particularidade, é O contínuo processo de autoeducação como aprendizado de ser genuinamente EU. Conhecer outra individualidade é não interferir com os próprios conceitos.
  • 1. Individualidade e espécie
  • 2. Individualidade e espécie
  • 3. Individualidade e espécie
Aparentemente, o indivíduo está isolado; mas seu destino expressa as forças que o conectam ao todo. O encontro humano é viver a dinâmica de reciprocidade: eu percebo, eu sou percebido; a outra pessoa é percebida, a outra pessoa me percebe. Vamos formando imagens nesses encontros, a busca da liberdade está conectado aos encontros humanos e na vivência máxima deste encontro, onde integramos o pensar: O meu pensar no outro e o pensar do outro em mim, alcançando a conexão.
  • 1. Considerações Finais
  • 2. Considerações Finais
  • 3. Considerações Finais

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